Profissional de tecnologia analisando fluxos de integrações em tela de computador com gráficos e diagramas técnicos detalhados
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Integrar sistemas e plataformas diferentes sempre me chamou atenção, principalmente quando parece que tudo pode dar certo, mas um detalhe técnico escondido pode destruir toda a expectativa. A promessa é de deixar os softwares “conversando”, simplificar tarefas e diminuir retrabalhos. Só que, na prática, vejo muitos projetos tropeçando em erros bobos. E quase sempre, tudo começa em um planejamento falho.

O que considerar antes de iniciar uma integração?

Eu gosto de imaginar integrações como construir uma ponte: se errar nos cálculos, ela cai antes mesmo de ficar pronta. Para não cometer esses deslizes, anoto logo de início alguns pontos indispensáveis:

  • Quais sistemas vão se conectar?
  • Quais dados precisam ser compartilhados?
  • Quais as restrições técnicas de cada plataforma?
  • Existe documentação clara e atualizada dos sistemas?
  • Como vou manter a segurança durante a troca das informações?

O segredo de uma integração sólida está em mapear todos os pontos de contato entre os sistemas. Isso parece básico, mas muitos esquecem, ou deixam para “ver depois”.

Hoje na Vistapub, no nosso trabalho com tecnologias low e no-code como Bubble, Weweb e Flutterflow, eu vejo rotineiramente que quanto mais cedo as particularidades são discutidas, maior a chance de sucesso. Por exemplo, conectar um app desenvolvido em Flutterflow com um ERP legado envolve desafios especiais, que não costumam aparecer em integrações de sistemas mais modernos.

Os principais riscos em integrações mal planejadas

Muitas vezes as empresas só percebem os perigos de integrações mal planejadas quando o prejuízo já apareceu. Posso listar alguns dos que já presenciei (e infelizmente, já ajudei a corrigir):

  • Retrabalho por causa de dados inconsistentes.
  • Falhas de segurança expondo informações sensíveis.
  • Pontos cegos que impedem atualizações ou escalabilidade futura.
  • Atrasos no projeto por falta de comunicação clara entre as equipes.
  • Custos imprevistos para resolver bugs que poderiam ser evitados.
Planejar antes previne remendar depois.

Também é comum ver concorrentes prometendo milagres em prazos irreais só para fechar contratos. No final, acabam entregando soluções pouco flexíveis ou frágeis, que não acompanham o crescimento da empresa. Na Vistapub, eu sempre aponto essa diferença: nossa experiência permite prever obstáculos e propor caminhos confiáveis.

Como começo a planejar uma integração do jeito certo?

Eu costumo seguir um roteiro simples, quase como um checklist. Isso me ajuda a não esquecer nada relevante:

  1. Entenda o objetivo de negócio. Integração só faz sentido se resolver um problema real. Antes de tudo, é preciso saber: qual processo vai melhorar? Qual perda será reduzida?
  2. Mapeie os fluxos de dados. Identifique onde as informações estão, para onde devem ir e como precisam chegar. Uma visão clara desses pontos ajuda a prever possíveis falhas.
  3. Verifique limitações técnicas. Nem todo sistema nasceu para integrar facilmente. Leia com atenção a documentação, busque por APIs disponíveis, veja se há limites de acesso ou formatos incompatíveis.
  4. Alinhe expectativas com todos os envolvidos. O time técnico, gestor, fornecedores: todos precisam entender o que será possível ou não.
  5. Planeje testes e monitoramento. Separe tempo do projeto para criar cenários de teste, simular falhas e monitorar tudo desde o início.

No nosso blog, por exemplo, reuni outros casos práticos e dicas sobre como processos bem definidos evitam dores de cabeça.

Quais as principais armadilhas técnicas ao integrar sistemas?

Mesmo com planejamento, algumas armadilhas técnicas são muito recorrentes. Se você já passou por isso, deve concordar:

  • APIs instáveis ou desatualizadas. Às vezes, um sistema muda o formato de resposta e quebra toda a integração sem avisar.
  • Falta de padronização dos dados (campos com nomes diferentes, formatos inconsistentes, acentos e caracteres especiais não tratados).
  • Falhas de autenticação, principalmente quando se usa tokens que expiram sem controle.
  • Burocracia na aprovação de acessos por motivos de compliance interno.
  • Dependência de sistemas legados que não seguem padrões modernos.

Outro descuido comum é subestimar o papel dos testes automatizados. Testar cada fluxo antes de colocar em produção salva tempo e dinheiro. Parece repetitivo, mas ainda vejo muita gente ignorando essa etapa, correndo atrás só quando o cliente reclama. Algo que eu não admito nos projetos da Vistapub.

Como a Vistapub supera esses obstáculos?

Eu percebo que o cliente costuma chegar até nós depois de experimentar outras empresas que, apesar de prometer integrações rápidas, acabam entregando pouco robustas ou com limitações inesperadas. A Vistapub, com mais de 20 anos de atuação, comprovou que o diferencial está na preparação: usamos um modelo de alinhamento técnico detalhado, feito logo no início do projeto.

Nosso time tem experiência com tecnologia low code, no-code e integração com sistemas tradicionais. Isso nos permite evitar surpresas lá na frente, criando integrações que realmente acompanham o ritmo do negócio. Se quer entender mais sobre os impactos desse tipo de tecnologia, recomendo a leitura do nosso artigo sobre como tecnologias low e no-code estão transformando negócios.

Quais práticas ajudam a evitar erros em integrações?

Ao longo da vida, vejo que pequenas práticas fazem toda a diferença. Se tivesse que listar meus segredos, seriam estes:

  • Dê atenção total à documentação. Tenha certeza que ela está correta e não dependa só da memória dos desenvolvedores.
  • Prefira padrões abertos nos formatos de dados, como JSON e REST, em vez de soluções fechadas.
  • Mantenha logs detalhados das integrações. Isso não só ajuda na resolução de problemas, mas permite aprimorar processos no futuro.
  • Use ambientes de testes separados antes de ativar em produção.
  • Inclua dispositivos de monitoramento para disparar alertas automáticos em situações de erro.
A cada integração bem planejada, menos manutenção para o futuro.

Se estiver pensando em escalar sua operação, essas práticas também preparam terreno para futuras integrações. Afinal, mudar de rumo depois que tudo já está funcionando quase nunca é simples.

Quando buscar apoio externo para integrar sistemas?

Vou ser direto: quando o risco técnico começa a comprometer o negócio, vale a pena buscar ajuda. Muitas empresas tentam integrar sistemas internamente, achando que vão economizar tempo e dinheiro. Só que, ao menor sinal de atraso ou perda de dados, o disparo na conta pode ser grande.

Concorrentes podem até oferecer atalhos ou “templates prontos”. No entanto, vejo desde cedo que a personalização e o entendimento do contexto fazem toda a diferença. Por isso, o acompanhamento da Vistapub é feito de perto, garantindo que a solução é realmente adequada a cada negócio, não só mais uma peça jogada na engrenagem.

Você pode encontrar especialistas em alguns nichos, mas raramente vão contar com o repertório amplo com tecnologias modernas e sistemas legados que nós temos. Esse é um dos motivos que fazem nossos clientes nos indicar para outras empresas.

Qual o próximo passo para integrar sem sofrimento?

Planejar integração é cuidar do futuro do negócio. Por experiência própria, recomendo evitar atalhos e confiar em parceiros que realmente entendem de software e processos. Se quiser conversar ou ler outros exemplos práticos sobre integração e automação, recomendo acessar nosso blog atualizado.

Além disso, nosso setor de desenvolvimento especializado pode criar soluções de integração sob medida. E, caso seu desafio envolva onboarding digital ou automação de fluxos, separei também nosso conteúdo sobre onboarding como chave do sucesso.

A integração certa é aquela que desaparece do seu radar, porque simplesmente funciona.

Tenho certeza de que, com a preparação certa e apoio qualificado, seu negócio pode dar o próximo salto em automação sem cair nas armadilhas que tanto atrasam projetos. Conte com a experiência da Vistapub para tornar isso realidade. Fale conosco, conheça nossas soluções e descubra o potencial verdadeiro de integrar sistemas de maneira tranquila e segura para o seu negócio.

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Welby Gosling Stehling Andreatta

Sobre o Autor

Welby Gosling Stehling Andreatta

Welby Gosling Stehling Andreatta is an experienced founder and web developer with a passion for technology and digital transformation. With a keen understanding of software solutions, Welby focuses on helping startups and businesses leverage agile, low-code, and no-code technologies to solve operational challenges, automate processes, and drive innovation. Dedicated to delivering relevant content, Welby is committed to making technology accessible and impactful for organizations of all sizes.

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