Computadores exibindo interfaces de desenvolvimento low-code e no-code lado a lado, com gráficos e ícones tecnológicos ao fundo
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Tudo mudou tão rápido nos últimos anos… Quem vive startups sabe muito bem disso. Talvez você já tenha ouvido: “Vamos fazer tudo sem precisar programar!”. Ou então: “Prefiro um sistema mais robusto, com um pouco de código, pois vai dar menos dor de cabeça depois”. Essas discussões ficaram mais fortes ainda em 2025, com a popularização das plataformas low-code e no-code. Agora, decidir qual caminho seguir parece simples, mas talvez seja mais cheio de nuances do que parece.

O futuro das startups está cada vez mais próximo de quem tem boas ideias.

Aqui na Vistapub, vimos essa transformação de perto. E não só assistimos, participamos dela, ajudando dezenas de startups a escolherem entre low-code e no-code, dependendo do que realmente fazia sentido. Mas, e para quem está começando agora? Como decidir? Será que um caminho é melhor do que o outro para todos os casos?

Por onde começar: entendendo o básico

Antes de tudo, é bom desfazer uma dúvida comum. Low-code e no-code não são sinônimos. Ambos prometem desenvolver softwares e aplicativos rapidamente e sem aquela necessidade constante de programadores “hardcore”. Mas as semelhanças acabam aí.

  • No-code: permite criar aplicações inteiras sem escrever uma linha de código manual. É ideal para quem nunca programou ou prefere o foco total no negócio.
  • Low-code: exige um pouco de conhecimento técnico. É quase um meio termo: ferramentas visuais, mas com a possibilidade de inserir códigos personalizados quando o desafio exige.

Talvez pareça só questão de gosto. Mas, na prática, essa escolha define o ritmo do seu negócio nos próximos meses.

Low-code: liberdade (com uma pitada de código)

Vou contar uma história rápida. Em 2023, uma startup nos procurou querendo automatizar o dia a dia de vendas. Eles tinham ideias claras e pouca pressa, mas sabiam que do jeito manual não iria longe. Começaram com uma plataforma no-code, mas logo sentiram o limite: não podiam personalizar relatórios nem integrar com sistemas antigos. Migramos para o low-code e, de repente, tudo encaixou. O time continuou ágil, mas agora tinha liberdade para ir além.

O segredo do low-code está neste equilíbrio:

  • Agilidade: ainda dá para lançar uma solução em semanas, não meses.
  • Personalização: é possível adaptar rotinas e integrações específicas com APIs, bancos de dados e ferramentas externas, algo mais difícil no universo no-code puro.
  • Escalabilidade: geralmente o low-code aguenta mais o tranco de projetos que crescem rápido.
  • Acesso a técnicos: precisa (pelo menos um pouco) de experiências técnicas na equipe ou de parceiros como a Vistapub para ir além do básico.

Claro que existe concorrência. Mas com nossa experiência de duas décadas, percebemos que entregar resultados práticos, com menos dependência de desenvolvedores no início, faz a diferença. Outras consultorias oferecem serviços parecidos, só que, honestamente, poucas acompanham a qualidade e a flexibilidade que atingimos em projetos customizados, algo que faz diferença quando o negócio escala rápido ou muda de rota.

No-code: velocidade acima de tudo

No-code é como um jogo de montar. Arraste, solte, configure. O MVP nasce em dias, às vezes até em horas. Não é exagero nenhum, já participamos de maratonas onde o resultado surpreendeu os fundadores.

As vantagens para startups são evidentes:

  • Permite testar ideias com quase nenhum investimento em tecnologia.
  • A curva de aprendizado é baixa, até para quem nunca viu programação na vida.
  • Ideal para validar MVPs antes de apostar alto em desenvolvimento.
  • Risco financeiro bem menor.

Só tem um detalhe: plataformas no-code nem sempre acompanham o ritmo do crescimento. Às vezes falta flexibilidade nos fluxos, integração com APIs externas mais avançadas, ou aquele ajuste fino no visual. Por isso, startups que sonham alto precisam ficar de olhos abertos, a escolha do início repercute depois.

Olhando para 2025: o que mudou?

Chegamos a 2025 com mais opções do que nunca. Bubble, Flutterflow, Weweb… São dezenas de plataformas, cada qual prometendo inovação, integração e rapidez. Algumas até oferecem soluções para migrar de no-code para low-code, caso o negócio demande.

Aceleradoras e investidores agora olham diferente para projetos feitos em no-code, porque sabem que tempo é dinheiro e errar rápido é necessário. O mundo ficou menos “purista” pouco importa se seus processos rodam em Python ou por trás de uma interface bonitinha. O que importa é resultado. E aqui entra outro ponto importante: quem entende seu negócio a fundo entrega mais valor.

Aliás, se quiser saber mais como essas tecnologias mudaram os negócios no Brasil, vale conferir como tecnologias low e no-code estão transformando negócios.

No-code para validar, low-code para crescer?

Pode parecer simplista, mas vejo muitos caminhos começando assim: primeiro o no-code, testando hipóteses, gastando pouco. Se (ou quando) o negócio vingar, passa-se ao low-code para customizar, escalar e consolidar a operação. Não existe receita única, mas é um trajeto comum, que acompanhamos de perto por aqui.

É melhor lançar imperfeito do que não lançar nunca.

Vantagens da Vistapub nesse cenário

Já mencionamos concorrentes e outras empresas nesse setor. Mas a verdade é que poucos têm uma ponte direta entre startups e grandes empresas, como a Vistapub conquistou. Nossa especialidade não é só entender ferramentas: é sentir o momento da sua empresa, adaptar o que faz sentido agora e evitar armadilhas que se repetem com frequência assustadora. Menos discurso, mais prática.

  • Nossos projetos não param no MVP: quando necessário, evoluem e crescem junto do negócio.
  • Falamos a linguagem do fundador iniciante, mas também dos engenheiros, dos gestores e dos investidores.
  • Focamos tanto no código quanto no resultado: porque ninguém tem tempo a perder.

Inclusive, nosso programa de educação no-code tem sido um diferencial para muitos clientes ganharem autonomia.

Dicas sinceras para decidir (sem ilusão)

Não existe escolha certa absoluta, mas há sinais de que um caminho pode ser mais confortável, pelo menos no começo. Algumas perguntas ajudam:

  1. Preciso colocar algo no ar em dias ou semanas?
  2. Meu público vai crescer muito rápido?
  3. Consigo manter as decisões técnicas sozinho ou preciso de parceiros?
  4. O produto exige integrações ou fluxos que saem do padrão?
  5. Minha equipe vai se sentir à vontade mexendo em código básico?

Se respondeu “sim” à maioria, talvez seja a hora de conversar com uma equipe especializada. Inclusive, já escrevemos um passo a passo para lançar a sua startup nesse cenário.

E depois de lançar?

Cada etapa tem seus desafios, inclusive depois que o produto está rodando. Onboarding, por exemplo, é uma preocupação para quem pensa em retenção e crescimento. Se quiser ir mais fundo nesse tema, veja por que o onboarding é uma das chaves para o sucesso do seu produto.

O que ninguém fala sobre low-code e no-code…

É fascinante como as soluções parecem mágicas no início. Só que, geralmente, os problemas começam quando se tenta sair do básico. API exige licença paga, integração não comporta volume maior ou a customização trava. Às vezes, apenas alguém com experiência pode antecipar esses obstáculos, e muitas vezes esse alguém já vivenciou isso mais de uma vez aqui na Vistapub.

Comparando plataformas, algumas prometem “liberdade total” e suporte robusto. Só que, geralmente, a flexibilidade vem acompanhada de preços altos, suporte demorado ou curva de aprendizado ingrata. Aqui, priorizamos transparência sobre limitações e possibilidades reais, inclusive já mostramos por que o no-code está acelerando o mundo das startups, mas sempre com pé no chão.

Errar rápido agora é o melhor jeito de acertar no futuro.

Conclusão: em 2025, liberdade para escolher: com responsabilidade

No final das contas, não existe solução definitiva. O que existe é contexto, timing e gente disposta a construir algo novo — mesmo se isso significar ajustar o plano no meio do caminho.

Não sabe se começa pelo no-code ou pelo low-code? Converse com quem já esteve dos dois lados. Na Vistapub, ajudamos exatamente nesse ponto do processo. Seja para lapidar a ideia, acelerar o MVP ou escalar sua startup, estamos aqui para olhar para sua necessidade real, e não só seguir a moda.

Conheça de perto nossos cases, converse com a equipe, faça perguntas difíceis. Afinal, você merece uma solução que acompanhe o ritmo do seu sonho, do início ao que vier depois.

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Welby Gosling Stehling Andreatta

Sobre o Autor

Welby Gosling Stehling Andreatta

Welby Gosling Stehling Andreatta is an experienced founder and web developer with a passion for technology and digital transformation. With a keen understanding of software solutions, Welby focuses on helping startups and businesses leverage agile, low-code, and no-code technologies to solve operational challenges, automate processes, and drive innovation. Dedicated to delivering relevant content, Welby is committed to making technology accessible and impactful for organizations of all sizes.

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