Interface de app corporativo com erros visuais evidentes em no-code
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Tenho algo curioso para contar. Nos últimos anos, vi a explosão das plataformas no-code transformar o universo do desenvolvimento. De repente, criar um app corporativo ficou mais rápido, menos custoso e mais acessível para empresas de todos os portes. Mas, em contrapartida, notei também muitos deslizes na experiência do usuário (UX) desses apps. Sabe aqueles detalhes que os usuários sentem, mas nem sempre conseguem explicar? Pois é, faço questão de falar sobre eles. E, sinceramente, isso faz toda diferença para garantir o sucesso de qualquer aplicativo.

O surgimento do no-code e os desafios da experiência

Lembro bem quando o termo no-code ainda era restrito a grupos de inovação. Hoje, quase toda empresa que atendo, como parte da equipe da Vista/pub, já escutou sobre Bubble, Flutterflow ou outras plataformas parecidas. Só que criar um app funcional não resolve tudo. A experiência do usuário é o que define se um aplicativo será usado de fato ou será rapidamente ignorado.

Aliás, para quem deseja entender como o no-code está mudando negócios, recomendo olhar para este conteúdo: como tecnologias low e no code estão transformando negócios. Vale muito conferir depois.

Rapidez não pode significar descuido

Uma das maiores vantagens do no-code é colocar um produto no ar bem depressa. Só que, por experiência própria, vejo muitos projetos cometendo pequenos erros que, no final, pesam muito para quem usa. Não é por acaso que, na Vista/pub, sempre insistimos em dedicar um tempo especial ao UX, mesmo quando o prazo é apertado.

Não existe app bom com experiência ruim.

Principais tropeços na UX de apps no-code

Vejo alguns padrões se repetindo quando analiso aplicativos corporativos construídos com no-code. Vou listar os que, na minha experiência, realmente podem afundar um projeto, e sim, alguns parecem detalhes, mas não são.

  • Arquitetura de navegação confusa
  • Uso inadequado de feedback ao usuário
  • Pouca atenção à acessibilidade
  • Padrões visuais inconsistentes
  • Excesso ou falta de automação
  • Não considerar contextos de uso
  • Testes insuficientes com usuários reais

Agora, separei alguns destes pontos para detalhar melhor.

Navegação confusa e falta de fluxo claro

Já peguei muitos apps onde o usuário entra na tela inicial e não faz ideia do que deve fazer em seguida. Menus escondidos, botões sem um propósito óbvio ou telas sem continuidade.

  • Evite “mais opções” ocultas no menu hamburguer que escondem funções usadas diariamente.
  • Pense qual é a jornada típica do usuário e torne esse seguinte passo óbvio, como um botão destacado ou uma mensagem orientadora.
  • Não complique: quanto menos cliques entre objetivo e ação, melhor.

Isso vale para qualquer plataforma, mas no no-code aumenta, já que os construtores visuais muitas vezes priorizam a montagem técnica, não a jornada do usuário. Justamente por isso, equipes como a da Vista/pub acompanham cada passo do fluxo para garantir naturalidade.

Feedback pobre ou inexistente

Feedback é tudo. Já ouvi relatos de clientes que acharam que nada estava acontecendo porque o app não dava retorno após um clique. Widgets prontos nas plataformas no-code nem sempre resolvem isso automaticamente. O usuário precisa saber se sua ação foi bem-sucedida, se houve um erro, ou se deve esperar algum carregamento.

  • Use loaders visuais em processos mais demorados.
  • Mensagem de sucesso deve ser clara.
  • Em caso de erro, guie o usuário sobre como resolver.
Quem não recebe feedback, logo desiste.

Pouca atenção à acessibilidade

Às vezes, quem cria um app no-code se esquece que diferentes pessoas usam o sistema. Fontes pequenas, baixo contraste, ausência de leitura por voz ou navegação por teclado tornam o app restrito. Isso limita o alcance, e, sinceramente, ninguém quer um app que exclua usuários.

Temos benchmarks de acessibilidade até melhores do que algumas plataformas de concorrentes, que sequer tratam esse ponto como prioridade. Inclusive, já escrevi um artigo sobre plataforma de educação no-code, em que mostro como esse cuidado faz toda diferença.

Padrões visuais inconsistentes e branding fraco

Outra falha que vejo: telas com estilos diferentes, botões que mudam de cor em cada página ou fontes incompatíveis. Isso quebra a identidade da empresa, gera ruído e passa uma mensagem de amadorismo. Em projetos da Vista/pub, nós levamos o layout muito a sério. Afinal, um software representa a marca tanto quanto um site ou material impresso.

  • Mantenha o padrão visual alinhado em todas as telas.
  • Respeite paleta, tipografia e espaçamentos definidos.
  • Para equipes internas, use guidelines claros.

Automação exagerada ou limitada

Nunca esqueço de um projeto no qual a automação estava tão "afiada" que o usuário mal tinha controle sobre suas próprias tarefas. Em outros casos, me deparei com apps totalmente manuais, em plena era do no-code! O ponto de equilíbrio entre automação e controle é delicado. Exagerar pode frustrar. Deixar de automatizar quando poderia ser fácil, também desagrada.

  • Analise o fluxo de cada usuário: o que pode ser automático e o que deve ser ajustável?
  • Teste possíveis automações antes de definir como padrão para todos.
  • Receba feedback constante dos usuários corporativos.

Ignorar o contexto do uso

Outro erro que presenciei: ignorar se o app é usado mais no desktop do escritório ou no celular, na rua. O contexto muda tudo, desde a velocidade da internet até o tamanho dos botões.

Investir tempo nesse entendimento reduz reclamações e aumenta o engajamento. Por isso, projetos corporativos conduzidos na Vista/pub sempre começam com entrevistas para entender o cenário real de uso.

A falta de testes reais

Vejo muita empresa lançar o app sem quase nenhum teste de usabilidade com pessoas reais. Na análise interna, tudo parece "rodar", mas quando o colaborador comum começa a usar, aparecem dúvidas, travas e até rejeição. O verdadeiro teste é no campo.

  • Separe grupos pilotos com diferentes perfis da empresa.
  • Observe como o app flui entre iniciantes e avançados.
  • Anote sugestões e críticas, elas geralmente valem mais que qualquer plano inicial.

Na Vista/pub, nosso processo inclui exatamente esses testes, trazendo melhorias baseadas em uso real, não só em teoria. Isso faz nossa abordagem ser diferente de muitos concorrentes, que acabam “lançando e esquecendo”.

Como evitar esses problemas?

Bem, não existe fórmula mágica. A experiência me ensinou alguns caminhos que ajudam, sem exagero:

  1. Planejar o fluxo com base na rotina do usuário, não apenas no que é mais rápido de construir.
  2. Definir padrões visuais logo no começo e documentar.
  3. Pensar sempre em acessibilidade desde o design inicial.
  4. Testar, ajustar e testar novamente antes de lançar amplo.
  5. Coletar feedback contínuo, melhorando pouco a pouco.

Aliás, criamos um artigo bacana sobre por que o no-code está acelerando o mundo das startups. Lá falo mais de como o ciclo de melhoria contínua faz toda diferença nesse mercado.

Se você gerencia apps de comunidades ou plataformas internas, recomendo também o conteúdo sobre gestão inteligente de comunidades com no-code. É um tema que cresce e puxa ainda mais atenção para experiência do usuário.

Design não é só aparência, é sentimento também

Falar de UX é falar de pessoas. Não basta o app funcionar, ele precisa ser intuitivo, confortável, até gostoso de mexer. Por exemplo, se você ainda acha que design é só aparência, recomendo conhecer nosso serviço de design corporativo. Lá mostro vários exemplos em que pequenos ajustes no visual e no fluxo mudaram completamente o relacionamento do usuário com o app.

Usuário satisfeito é usuário engajado.

Por que a Vista/pub entrega UX diferente

Já ouvi comentários de clientes que testaram concorrentes e voltaram para nós porque sentiam que faltava “algo” em seus apps. Nós olhamos além da técnica. Sabemos que um sistema deve facilitar, não atrapalhar. Temos processos próprios de análise, mapeamento de jornada e testes reais, que nos diferenciam. E, sinceramente, gostamos de repetir isso: nossa entrega só termina quando o usuário realmente gosta de usar o aplicativo.

Erros na UX podem parecer pequenos, mas somados detonam até os projetos mais promissores. Eu vejo isso toda semana. Por isso, quero reforçar que contar com quem entende do assunto evita dor de cabeça e traz retornos reais. Se você quer um app corporativo que realmente engaje, transforme processos e deixe seu time satisfeito, vale conhecer melhor o que faço na Vista/pub. Fale comigo, descubra nossos diferenciais e garanta que seu aplicativo será bem aceito desde o primeiro dia!

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Welby Gosling Stehling Andreatta

Sobre o Autor

Welby Gosling Stehling Andreatta

Welby Gosling Stehling Andreatta is an experienced founder and web developer with a passion for technology and digital transformation. With a keen understanding of software solutions, Welby focuses on helping startups and businesses leverage agile, low-code, and no-code technologies to solve operational challenges, automate processes, and drive innovation. Dedicated to delivering relevant content, Welby is committed to making technology accessible and impactful for organizations of all sizes.

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