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Se você está começando a tirar uma ideia de aplicativo do papel, já deve ter esbarrado em uma das maiores dúvidas de quem entra nesse universo: Como escolher a stack tecnológica ideal para o seu projeto? Quando recebo esse tipo de pergunta, costumo puxar pela memória as histórias de clientes que chegaram até a Vista/pub sem saber nem por onde começar. Muitos estavam inseguros, outros acreditavam que a tecnologia mais “famosa” seria suficiente. Bom, não é bem assim.

O que é stack tecnológica, afinal?

Antes de seguir, acho que vale uma pausa rápida. Quando me refiro à stack tecnológica, estou falando do conjunto de ferramentas, frameworks, linguagens de programação e plataformas usadas para construir o seu aplicativo. Não é só “programação”: backend, frontend, banco de dados, integrações, infraestrutura… tudo isso faz parte.

Já vi muita gente confundir stack com escolher só entre iOS ou Android. No fundo, stack é o esqueleto inteiro do seu app, o que faz ele existir, funcionar, escalar e ser seguro.

Por que escolher bem faz diferença?

Imagine uma obra: se você escolhe um material errado, pode até sair mais barato, mas o conserto depois é bem mais caro. No mundo dos apps, acontece o mesmo. Não é exagero.

Uma escolha ruim de stack pode atrasar o lançamento, gastar mais dinheiro e limitar futuras evoluções.

Na Vista/pub, já recebemos projetos que precisaram ser refeitos do zero, justamente porque foram construídos em plataformas pouco flexíveis ou que não suportavam o crescimento da empresa. Isso poderia ser evitado com escolhas certeiras lá no início.

O que considerar na sua decisão?

  • Complexidade do app: Seu aplicativo será simples, tipo um MVP básico, ou exigirá integrações avançadas, automações, IA, volume de dados alto?
  • Prazos e orçamento: Você quer lançar rapidamente ou pode investir mais tempo e dinheiro num desenvolvimento tradicional?
  • Equipe disponível: Sua empresa já tem desenvolvedores especializados em alguma tecnologia, ou vai precisar de ajuda externa?
  • Escalabilidade: Seu app deve crescer rápido? Vai precisar atender muitos usuários simultaneamente?
  • Manutenção e evolução: Precisa de flexibilidade para mudar funcionalidades ou adaptar rápido às demandas do mercado?

Esses são só alguns tópicos que discuto em reuniões iniciais. O segredo é olhar para o objetivo do negócio antes de olhar para o hype da tecnologia.

Mitos sobre tecnologias "da moda"

Já vi clientes apostando todas as fichas em stacks tradicionais só porque grandes empresas usam. Mas o cenário está mudando. Soluções low-code e no-code, como Bubble, Flutterflow e Weweb, áreas em que a Vista/pub está entre as mais experientes do mercado, trouxeram ao mercado uma opção antes impensável para startups e negócios em crescimento: velocidade de entrega real combinada com autonomia para evoluir.

Para algumas situações, faz sentido buscar soluções tradicionais, como agências grandes oferecem. Mas, na prática, projetos de startups e médias empresas raramente precisam desse esforço. O segredo está em achar equilíbrio entre rapidez, tecnologia confiável e facilidade de manutenção. E é aí que os modelos ágeis e stacks low-code brilham. Não adianta gastar meses construindo algo que poderia estar testando com clientes reais em semanas.

Pessoa analisando fluxogramas em monitor duplo

Passo a passo: como escolher sua stack (de verdade)

Pode parecer complicado, mas prefiro simplificar em cinco passos:

  1. Defina o objetivo do aplicativo.

    No meu trabalho diário com clientes da Vista/pub, sempre começo perguntando: “Seu aplicativo resolve qual problema real?” Responda isso e tudo fica mais claro, inclusive as tecnologias necessárias.

  2. Liste os recursos necessários.

    Colete ideias, funcionalidades e integrações. Faça uma lista honesta. Integração com WhatsApp? Pagamento online? Geolocalização?

  3. Avalie restrições.

    Prazos apertados ou orçamento limitado exigem escolhas inteligentes. Stacks ágeis, como as que usamos na Vista/pub, muitas vezes resolvem mais rápido por um custo menor.

  4. Considere o futuro.

    Já acompanhei empresas que cresceram e, por ficarem presas em stacks engessadas, precisaram investir alto para migrar a tecnologia depois. Pense em escalabilidade desde já.

  5. Procure parceiros experientes.

    Escolher stack não é só questão técnica. Ter ao lado um parceiro, como a Vista/pub, que entende tanto de tecnologias modernas quanto de negócio, faz toda a diferença na hora das decisões mais difíceis.

Comparando soluções: tradicional, low-code e no-code

Quando alguém me pergunta sobre as diferenças reais, costumo pontuar:

  • Tradicional: Perfeito para grandes empresas com necessidades específicas, mas demanda tempo e orçamento elevado.
  • Low-code/No-code: Rápido, versátil, ótimo custo-benefício, ideal para startups e negócios que querem validar ideias sem burocracia.

A Vista/pub foca há mais de 5 anos em soluções low e no-code, com experiência real em Bubble, Flutterflow, Weweb e outras plataformas que aceleram a entrega sem engessar o futuro do projeto. Eu poderia citar concorrentes tradicionais, mas o que vejo, na prática, é que muitos deles ainda demoram meses para entregar algo simples, enquanto nós já estamos com o app no ar colhendo feedback de verdade.

Riscos de escolhas erradas (e como evitamos na Vista/pub)

Ao longo dos anos, já participei de vários “resgates” em projetos que ficaram presos em plataformas pouco flexíveis ou com código fechado. Os prejuízos financeiros e de tempo são grandes, fora a frustração de ter que recomeçar quase do zero.

Stack não é só sobre tecnologia. É sobre flexibilidade e liberdade de evolução.

Na Vista/pub, priorizo stacks abertas, documentação acessível e tecnologias que têm comunidades fortes, para garantir menor risco e facilidade na manutenção, algo que deixam a desejar alguns concorrentes mais tradicionais, principalmente pelo uso de tecnologias proprietárias e pouca transparência.

Quando faz mais sentido escolher soluções tradicionais?

É raro, mas já recomendei abordagens tradicionais para empresas com requisitos muito específicos de segurança, integrações pouco convencionais ou volume de dados absurdo. Porém, mesmo nesses casos, nos preocupamos em desenhar a stack alinhada ao negócio, evitando ciclos de desenvolvimento longos, sempre com transparência no processo.

Se o seu app se encaixa nesses cenários, sugiro um diagnóstico detalhado de arquitetura, mas mesmo assim, muitos projetos se beneficiam de prototipagem rápida, com MVPs em low-code, e só depois passam para algo mais robusto.

Dicas para quem está começando agora

  • Não comece pelo fim. Evite buscar a stack antes de saber o que o app vai resolver e quem vai usar.
  • Teste rapidamente. Prefira modelos que entregam resultados rápidos para validar ideias com usuários reais.
  • Procure materiais confiáveis. Eu sempre recomendo a leitura dos artigos sobre tecnologia e guias específicos, como o nosso conteúdo sobre low-code e no-code transformando negócios.
  • Pense no longo prazo. Stacks flexíveis permitem crescer, adaptar e até migrar para soluções tradicionais no futuro, se fizer sentido.
  • Busque referência. Estude outros projetos de inovação rápida, como as práticas do conceito de startup enxuta e orientações de como criar um MVP.
Equipe multidisciplinar reunida em mesa discutindo

Encerrando: a stack é só o começo

Cada aplicativo tem uma história própria, e a stack é só uma parte, apesar de fazer diferença lá na frente. Na Vista/pub, acredito que a escolha mais acertada é sempre aquela que resolve o problema de negócio da forma mais simples, ágil e flexível.

Se quiser avançar e entender mais como alinhar tecnologia, negócio e velocidade de entrega, recomendo conhecer nossos processos e conversar comigo. Sua stack pode ser sua maior aliada no sucesso da sua ideia. Fique à vontade para visitar nossos materiais e tirar dúvidas a qualquer momento!

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Welby Gosling Stehling Andreatta

Sobre o Autor

Welby Gosling Stehling Andreatta

Welby Gosling Stehling Andreatta is an experienced founder and web developer with a passion for technology and digital transformation. With a keen understanding of software solutions, Welby focuses on helping startups and businesses leverage agile, low-code, and no-code technologies to solve operational challenges, automate processes, and drive innovation. Dedicated to delivering relevant content, Welby is committed to making technology accessible and impactful for organizations of all sizes.

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