Quem já trabalhou com startups vê de perto o entusiasmo na criação de um app. A ideia surge, o café é passado, aquela vontade de conquistar o mundo aparece. Mas ao longo de mais de vinte anos atuando com tecnologia e ajudando empresas pela Vista/pub, é meio comum ver alguns tropeços que, sinceramente, podiam ser evitados. Nem todo deslize é um desastre, mas aprender com os erros dos outros pode economizar tempo – e gastos desnecessários.
1. achar que a ideia é suficiente
A energia da equipe é contagiante. A ideia do novo app brilha como ouro, mas será que ela realmente resolve um problema real? Muitas startups não validam sua proposta e ignoram o feedback do mercado. Falam com amigos, parentes e escutam só elogios, enquanto o público, de fato, nem foi ouvido ainda.
Ouvir o usuário é mais importante que se apaixonar pela ideia.
O conceito da startup enxuta vai exatamente nessa direção: testar hipóteses e corrigir a rota cedo. Não adianta investir em funcionalidades desnecessárias sem saber se há mercado interessado.
2. tentar construir tudo de uma vez
É tentador pensar grande. Mas grande demais, às vezes, atrapalha. Um erro clássico é querer lançar o produto perfeitinho, com todas as funções sonhadas, desde o início. Parece seguro, mas pode ser uma armadilha. O MVP (produto mínimo viável) está aí para mostrar que fazer menos, mas o melhor possível, é o caminho mais sensato.
Nunca vi um app que já nasceu pronto. Tudo muda. Os planos, os gostos do cliente, o próprio mercado. E está aí uma ótima leitura sobre como criar um MVP na prática. Vale muito a pena.
No final das contas, quando a Vista/pub trabalha com startups, orientamos sempre a lançar rápido e aprender mais rápido ainda. Teste, ajuste, cresça.
3. subestimar tecnologia low-code e no-code
Existe ainda certo preconceito com plataformas low-code e no-code, mas isso já ficou meio coisa do passado. Muitas startups perdem tempo e dinheiro tentando criar um app do zero, investindo em código artesanal, ignorando ferramentas que permitem lançar, validar e escalar mais rápido. Empresas como a Vista/pub se especializaram (e se destacaram nisso, diga-se) por justamente enxergar valor onde antes só havia desconfiança.
Tempo é dinheiro, e low-code salva os dois.
Se ficou curioso, pode entender melhor por que o no-code está acelerando o mundo das startups. Na verdade, startups ágeis não precisam de equipes gigantes para entregar qualidade.
4. esquecer a experiência do usuário
Já houve um tempo em que só funcionar era suficiente. Hoje, se o app não for fácil de usar, bonito de ver e rápido de aprender, a chance de desinstalação é enorme. Ignorar UX (experiência do usuário) é deixar dinheiro na mesa. Dura verdade.
Apps difíceis acabam abandonados. Os detalhes, as transições, a clareza das telas: tudo conta para o usuário, mesmo que ninguém tenha avisado.
Aqui na Vista/pub, investimos tempo para entender os usuários reais, desenhar as jornadas e testar tudo. Já vimos concorrentes prometerem grandes experiências e entregarem algo, digamos, cheio de ‘pegadinhas’. No fim, o usuário percebe.
5. priorizar recursos errados
Quando o orçamento aperta e o tempo corre, não raro, a decisão de onde colocar esforço vira um problema. Às vezes escolhe-se pelo glamour, por aquela funcionalidade que parece que vai bombar. Só que quem manda é o usuário – ele não se importa com aquela animação descolada se não conseguir fazer o básico.
- Faça uma lista de recursos.
- Ordene pelo que realmente resolve dor do cliente.
- Deixe o resto para depois.
Parece simples. Mas sempre tem quem ignore. Dá trabalho dizer “não” – mas dizê-lo rápido é segredo para sobreviver. Isso vale mesmo que apareçam conselhos contrários por aí. O foco certo faz toda a diferença.
6. falhar no onboarding
Quem nunca baixou um app e, em poucos minutos, ficou confuso? O onboarding, ou primeira experiência do usuário, precisa mostrar o valor da solução de forma clara, sem enrolação. Não é só tutorial: é mostrar “Porque você está aqui” e “O que fazer agora”.
Uma boa experiência aqui reduz desistências e cria base fiel. Aplicando as recomendações sobre como fazer onboarding de clientes funcionar para startups, fica muito mais fácil manter quem chega.
O primeiro contato fica para sempre. Capriche.
7. ignorar conselhos de quem já passou pelo caminho
Parece básico, mas muitos empreendedores resistem a ouvir quem já levou alguns tombos. Ler livros, estudar cases e até pequenas conversas podem abrir os olhos para desafios não previstos. Existem ótimos conteúdos – inclusive gratuitos.
Um exemplo é a coletânea de lições que Steve Blank compartilhou para startups, um guia indispensável para quem está começando. Vale dar uma olhada nas lições das startups de Steve Blank. E claro, consultar empresas como a Vista/pub, que unem experiência de mercado com atualização em tendências, evita que pequenas falhas virem grandes dores de cabeça.
Caminho do sucesso: menos perfeição e mais aprendizado
Criar um novo app é mais do que botar uma ideia no mundo. É um processo cheio de ajustes. Erros vão acontecer, sim, mas boa parte deles pode ser evitada, ou ao menos minimizar seus efeitos, com informação, humildade e velocidade de adaptação.
Busque sempre conhecimento e nunca se isole na própria bolha. Leia, procure bons parceiros (você vai perceber a diferença que faz). Empresas que já passaram por essas etapas, como a Vista/pub, transformam experiências em atalhos para novas startups.
Ninguém cresce no escuro. Aprenda com quem já andou por esse caminho.
Se a sua startup está pensando em criar o primeiro app, ou quer corrigir o trajeto, que tal conhecer nossos serviços e conversar com quem já desenvolveu soluções para dezenas de startups e empresas? Entre em contato com a Vista/pub e descubra como transformar ideias em resultados reais. O próximo sucesso pode começar agora.
